quinta-feira, 17 de setembro de 2009

*Presente*


Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-los
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente encantar-se com a vida
e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda a intensidade,
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que pudemos criar e recriar a vida,
à nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio
é mais um convite à luta que a gente enfrenta
com toda disposição de tentar algo de novo e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na nossa vida chama-se PRESENTE
e tem a duração de cada instante que passa.


Imagem: momentosdereflexao.blog.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A pequena Estrela


Peguei numa estrela, na mais pequena de todas. E quis-te oferece-la. Coloquei-a num envelope, com cuidado. Vi o seu brilhar, a sua alegria, vi qe era a tua cara.Era pequenina, mas quem disse qe os pequenos nao demonstram amor? Além disso. Sabes? É uma estrela Criança. Durará mais e mais e mais tempo qe as outras grandes. Sei que quando fores ver o correio, a caixa vai brilhar. É pequena mas com garra, frágil e forte. É um bébé com mais de 1000 anos. Com tantos conhecimentos sobre sorrisos que nao vais querer imaginar. Vai ser a tua companhia, nas noites escuras, vai-te iluminar todos os caminhos. Sei qe vai ser o teu anjo da guarda, vai ser o meu abraço , dado todos os dias, vezes mais vezes. É a MINHA estrela qe te ofereço. A unica. A mais alegre. A mais leal.A mais TUA.

Imagem: recantodasletras.uol.com.br

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Blog Viciante


Agradeço ao Sr. Professor Sérgio Morais, do Historico-Filosoficas a atribuição deste prémio ao cogitar. A distinção é grande, pois sempre lhe reconheci uma permanente e eficaz atitude crítica com os feitos e as atitudes humanas com que se cruza.

Agora, devo, assumir três compromissos, para além de publicitar o prémio “Há blogues viciantes” e endereçá-lo a dez outros blogs;


1. Tentarei ser mais arrumadinho, ordenando melhor as respostas ao expediente e ao atempado arquivamento, no escritório, e com coisas pessoais em casa;
2. Tentarei ouvir mais e não insistir na minha opinião mais que o estritamente necessário evitando conflitos espúrios;
3. Tentarei não me importar com os feitos e defeitos do meu Porto;


Confessados publicamente os pecados, só falta mesmo enunciar os blogs viciantes. Entre tantos merecedores:

http://historicofilosoficas.blogspot.com/


http://www.myworldandyour.blogspot.com/

http://poetadany.blogspot.com/

http://feminino-singular.blogspot.com/

http://cus-de-judas.blogspot.com/


http://setuproprioenaooquequeremquesejas.blogspot.com


http://geologiabiologia.blogspot.com/



http://horasimpossiveis.blogspot.com/
http://infinitodoser.blogspot.com/

http://storiesinmyworld.blogspot.com/

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Seu blog é mágico^^


A música mágica: Linkin Park - In the End

O filme mágico: Madagascar =P

A viagem mágica: Percorrer o céu...

A maquilhagem mágica: a lealdade^^

5 blogs mágicos:

Emma^^

Bárbara^^

Sérgio Morais^^

Sandro Gomes^^

Dina Cruz^^

Obrigado Emma^^

terça-feira, 1 de setembro de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009


As ondas levam o silêncio da minha revolta, levam o grito que ninguém ouve, o vento traz levemente as recordações de um tempo em que era tudo uma fantasia... O sol brilha, não há nuvens, fecho os olhos e oiço apenas aquelas ondas que ao mesmo tempo parecem levar os problemas com ela...Queria ir com elas para poder ser livre e viajar no tempo...
9Olho o horizonte e tento procurar aquilo que perdi, mas cada vez te vejo mais longe...simplesmente fazes parte do passado e esse estará para sempre mais distante por mais que o queiramos agarrar, nunca iremos conseguir*

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Hoje o sol brilha de maneira diferente, brilha de maneira inexplicável. O meu olhar vira-se para o azul do céu.
Ando desorientada, não sei que fazer, muito menos que dizer.
Tenho que me ver e sentir, não consigo estar onde tu estás. Sim, fazes-me falta, mas não te consigo alcançar. Será que tu és como o sol?
Quanto mais perto estás, mais difícil se torna alcançar-te? Hoje eu choro, preciso de ti, tenho de te sentir.
Dou por mim a abraçar-me, unindo um braço ao outro e sentir que estou só e que ninguém está mais ali.
Tal como Fernando Pessoa, eu não finjo nem minto, simplesmente tudo aquilo que escrevo sinto com o coração.
Dou por mim, neste momento sem saber quem sou. Se existo é um erro eu saber. Mal acordo, parece que erro. Sinto que não sei.
Nada quero nem tenho. O sol continua a brilhar e dou por mim a olhar fixamente para o céu.
Em que tudo parece estar bem, em que o azul transmite a pureza de um ser renascido das cinzas. Paro, ajeito o cabelo e viro o meu olhar para o brilho do sol.
Por cima da minha cabeça, o céu é grande, sinto árvores ao longe, embora o vento acalme, há folhas num vaivém.
Tudo está do outro lado, no que há e no que penso. Costumo andar pelas ruas a olhar para um lado e para outro, olho para a esquerda e para a direita, e de vez em quando olho para trás.
E aquilo que vejo a cada momento, é aquilo que nunca antes tinha visto. Paro e sinto o vento a bater na minha cara, e num instante vou derramando uma lágrima atrás da outra. Olho o horizonte e começo a pensar naquilo em que a minha vida se transformou, nas amizades que fui construindo ao longo dos anos, naquelas que mantenho com grande apreço, outras que se desfizeram talvez ou não por minha culpa.
Dobro os joelhos e deixo que a minha cabeça caia sobre eles. Olho fixamente para o chão. Ergo a cabeça, anteriormente pousada sobre os meus joelhos, e vejo a minha face reflectida na água.
Vejo aquilo que queria ver muitas vezes em frente ao espelho do meu quarto. Acho que o brilho do sol, me deu um brilho diferente e que por segundos me consegui sentir uma estrela cintilante.
Uma brisa passa sobre a minha cara, a música soa o canto.
Torno o meu olhar, novamente, sobre o céu e vejo a liberdade com que um pássaro voa sobre aquele imenso azul.
Não queria ter asas, queria apenas sentir a liberdade que o pássaro transmitia. Sinto frio. O sol começa a perder a sua luz e o seu calor.
Avisto ao longe uma chama cinzenta, sinal de que o frio se tinha instalado e as fogueiras começavam a fazer-se acender para o calor se fazer sentir.
Enquanto tarda o silêncio quero estar sozinha.
O mais é nada
Amanhã não existe.