domingo, 30 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Miguel Gameiro - Da-me um abraço*
Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que nada é tanto
E eu não me importo
Dá-me um abraço, fica por perto
Neste aperto, tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço
Já perdi, sem rumo certo,
Já me venci pelo cansaço
E estando longe
Estive tão perto
Do teu abraço
Dá-me um abraço, que me desperte
E me aperte, sem me apertar
Que eu já estou perto, abre os teus braços...
Quando eu chegar
É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega
Já perdi, sem rumo certo,
Já me venci pelo cansaço
E estando longe
Estive tão perto
Do teu abraço
(bis)
terça-feira, 4 de maio de 2010
Deixa o tempo mostrar o meu "EU"

Foi à um ano…
Um ano passou e tanta coisa mudou…
Bastou apenas um segundo para que tudo se tornasse diferente….
Tanta coisa que foi dita, tanta coisa que talvez tenha ficado por dizer…
Olhei nos teus olhos e vi que não dava mais, porque eu magoei quem sempre me ajudou, quem esteve sempre de mão estendida, a quem eu simplesmente ignorei e magoei da pior forma… E foi a coisas que mais me arrependo até hoje, porque nunca se deve magoar quem nos oferece um bocado do seu coração, deve-se sim, estar também com essa pessoa, nos momentos em que ela precisa…
Num ano, foram muitas as coisas que aprendi, aprendi que quando erramos e admitimos, somos perdoados e o perdão é a melhor “prenda” que pudemos receber, aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, apenas dar boas razões para que gostem de mim, aprendi a deixar de ser tão egoísta, aprendi a pensar primeiro nas coisas e só depois dize-las se valer realmente a pena dizer, Aprendi que posso ficar furiosa, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel… Aprendi que cada momento deve ser aproveitado pois esse por mais que queiramos jamais se repetirá e o amanhã é demasiado incerto para fazer planos. Aprendi e cresci…
À um ano, Não sei o que me levou a tal... eu afastei-te de mim, como se não significasses nada! Como se fosses lixo...Palavras cruéis que te atirei sem saber o porquê...Nunca ninguém fará o que eu te fiz...Magoei-te... perdi-te...
Ainda me lembro daquele dia, em que te olhei nos olhos e o teu olhar fez-me entender o quanto te magoei e o quanto te fiz sofrer sem necessidade, percebi o quanto distante estavas e que tudo iria mudar...E naquele momento o mundo parecia estar a cair em cima de mim, parecia que nada do que estava à minha volta não fazia sentido...
Eu sei que errei vezes sem conta. Já tentei esquecer pessoas e não consegui. Já chorei nas escadas, na sala, no quarto e ate mesmo no carro, já chorei sozinha e já chorei acompanhada.
Já muitas vezes te critiquei e fui criticada! Já baixei os braços, já desisti de procurar a felicidade, e disse “desisto”, mas tu estavas lá para me ajudar a levantar a cabeça e aos poucos seguir em frente! Contigo fui um livro aberto e fechado com pouco ou nada para contar. Já passei noites em branco a chorar, desejando que tudo não passasse de grande um pesadelo! Mas não, era tudo bem real, dois anos terminaram de um segundo para o outro… Olhando para trás, penso naquilo que destruí por orgulho em excesso, penso nos momentos que perdi por estupidez ou mesmo por medo, penso no que rejeitei por acreditar demasiado nos outros… Tu que sempre te importas-te comigo, com os meus sonhos, com as minhas histórias, com os meus medos e eu magoei a sério… Saudades e memórias de conversas, sorrisos, momentos partilhados, histórias partilhadas…Lembro-me bem do teu sorriso, da forma de falar, de praticamente de tudo mas são essas pequenas coisas que tenho guardado no coração, podem ser poucas ou mesmo muitas, mas eu gosto de me lembrar delas, faz-me bem porque tu sempre me fizes-te bem…
Por mais que queira esquecer aquilo que aconteceu entre a nossa amizade, simplesmente não consigo, foram tantos os momento bons, tantas as coisas que partilhamos e que eu guardo comigo…
Os maus momentos, não os guardo tanto como os momentos bons, mas os maus momentos fazem-me crescer e a não errar de novo e mão magoar outra vez…
Não estou a escrever para te lembrar o quanto te magoei, nem nada disso, mas sim porque recordo dois anos dentro do coração, e porque sei que apesar do perdão, há coisas que não se esquecem…
Sei que até podes esquecer tudo o que te disse, mas aquilo que te fiz sentir, eu sei que puderas nunca a vir a esquecer…
Não peço que o tempo volte atrás, porque se voltasse atrás, eu iria ser a pessoa que era à um ano atrás, coisa que não está nos meus planos voltar a ser, e não quero voltar a magoar ninguém desta maneira… Peço que o tempo me deixe mostrar aquilo que hoje sou e que me tornei num ano…
Apesar de tudo e de todas aquelas coisas parvas que te disse, continuo a adorar-te como sempre te adorei... e nunca vou esquecer nada daquilo que passamos juntas, porque os bons momentos são para ser recordados e tu sempre me fizes-te bem…
Porque ás vezes com medo de perdermos, acabamos realmente por perder*
sexta-feira, 12 de março de 2010
**Sentimentos**

Queria dar-te a mão e passear contigo, sem me importar com o mundo lá fora. Apenas tu como meu mundo, lá fora é como se nada existisse, como se nada tivesse sido inventado, apenas um mundo a dois, só nosso. Quero dizer-te o quanto preciso de ti, o quanto fazes parte de mim e quanta falta me fazes. Nunca acreditei em amor à primeira vista [mas há momentos na nossa vida em que somos obrigados a esquecer tudo em que acreditávamos para nos entregarmos àquilo que nos está a acontecer] e já acreditei em amores perfeitos mas já descobri que eles não existem, já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre, hoje não tenho mais tanta certeza disso. Já chamei pessoas próximas de "amigos" ou de “melhores amigos” e descobri que não o eram, mas a algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim. É difícil quando se descobre que as pessoas que escolhemos para gostar nem sempre são aquilo que parecem, que ás vezes o melhor é estar sozinha para não sofrer desilusões. Podemos sempre confessar o inconfessável, basta querer e acreditar.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou a ir contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha a razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente me pode atormentar e decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin
Charles Chaplin
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A vida não é como nos queremos... idealizamos um mundo perfeito que com tão pouco se destrói…=/ erramos, caímos, mas temos que seguir de cabeça erguida... sem tristezas nem rancor… a vida é assim… na cabeça só ficam as recordações das pessoas passageiras, que passam na nossa vida,que nos mudam, nos transformam e que acima de tudo gostam de nós…
Transparecem-nos a felicidade que querem ver nos nossos rostos e assim conseguimos ser felizes, ao lado delas momentaneamente…de repente tudo acaba, porque a vida assim não nos permite continuar a viver essas pessoas, em nós fica o sentimento de culpa, de dever não cumprido, como quem devia ter feito mais e não fez… ate que essas pessoas nos dão a mão novamente e nos deixam caminhar ao lado delas… assim fazem de nós felizes para sempre com elas no nosso coração… e deixam de ser assim pessoas passageiras mas pessoas que nos marcam porque entraram na nossa vida e gostam de nos!
Na vida comentem-se mtos erros,as vezes não pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros...
Talvez um dia te volte a encontrar...
Transparecem-nos a felicidade que querem ver nos nossos rostos e assim conseguimos ser felizes, ao lado delas momentaneamente…de repente tudo acaba, porque a vida assim não nos permite continuar a viver essas pessoas, em nós fica o sentimento de culpa, de dever não cumprido, como quem devia ter feito mais e não fez… ate que essas pessoas nos dão a mão novamente e nos deixam caminhar ao lado delas… assim fazem de nós felizes para sempre com elas no nosso coração… e deixam de ser assim pessoas passageiras mas pessoas que nos marcam porque entraram na nossa vida e gostam de nos!
Na vida comentem-se mtos erros,as vezes não pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros...
Talvez um dia te volte a encontrar...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Pensei que nunca mais te via. Não existias na razão para nunca mais. Lutava contra o tempo do passado para não te ver. Odiei-te. Esqueci-te. Voltaste.
Quando parece que nunca mais te vejo… Decides voltar. Vens para ocupar o lugar que já não existe? Não há… não podes!
Insistes em fazer-me pensar no inimaginável… porquê? A saudade trouxe-te como arrastou o vento. Obrigaste-me a querer o impossível, a evitar o inevitável, a poder o que não quero. Porquê? Não tinhas de voltar. Eu não queria… Ou queria?! Digo que não mas sinto que posso.
Enquanto ficas é bom. Mas é esta lembrança que me perturba. É esta a certeza de não querer que me confunde. O pensar nunca vai querer. Não pode aceitar.O sentir sempre quis. Não sei se não resistirá. Mas quem decide? Quem é mais certo?O pensar esconde o que me assusta. Há dois caminhos, um deles tenho de escolher. Onde quero estar? No intermédio. Existe? Apenas num. Dois não dá. Metade não enche. Intermédio? Não cabe. Porque é que voltas?
Viras o mundo ao contrário quando andas por aí. Mudas a paisagem só porque assim deixo… Mas não quero! Não posso querer… agora vais. Será que vens? O certo diz que não. O que arrisca prefere que sim… como sempre. Porque insistes? Define-te. Mostra-te. Não vagueis de lá para cá. Incomodas. Confundes. Podias parar lá longe… não falar mais na razão. Não aparecer. Não saber. Não apenas. Sou eu. Sou eu que te chamo incessantemente, eu sei. Sou eu que preciso da lembrança para viver, para ocupar o vazio que não há. Mas… não posso querer. E voltas. Voltas porque eu deixo sempre. Não fecho os olhos para ti. Procuro-te sempre. Será que um dia não voltas mais? Anseio por não te querer. Anseio pela tua falta. Voltas sempre. O lugar que não existe está sempre lá vazio.
Não posso querer, mas deixo. Eu sei. Eu posso deixar que vás. Mas não quero que vás.
Voltas sempre ao meu pensamento, voltas sempre à minha memória, é o meu coração que nao te quer deixar ir, se um dia tiver que te dizer adeus para sempre, vais custar, irei ficar partida em mil, mas terei que te deixar ir...
Na vida comentem-se muitos erros,as vezes nao pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros, nao sei como podes passar de uma simples recordação, para fazeres parte do meu mundo outra vez...Gostava que aos poucos, tu me deixasses aproximar de ti, não para ser o que eramos, mas para te mostrar que aprendi com o erro que cometi, que posso ser uma melhor pessoa, que sei respeitar, que sei ser uma boa amiga...
Deixa-me mostrar aquilo em que me ajudas-te a transformar, deixa-me entrar no teu pequenino mundo, aos poucos deixa-me conhecer-te outra vez...
Mas se tiveres mesmo que partir para sempre, irei chorar, chorar pela saudade e vai custar muito, mas se queres ir e se tem mesmo que ser, força, mas peço-te um ultimo sorriso e um último abraço para puder guarda-los comigo para sempre...
Adoro-te muito mesmo, apesar de tudo o meu coração não te deixa partir...Comigo ficarás eternamente...
Quando parece que nunca mais te vejo… Decides voltar. Vens para ocupar o lugar que já não existe? Não há… não podes!
Insistes em fazer-me pensar no inimaginável… porquê? A saudade trouxe-te como arrastou o vento. Obrigaste-me a querer o impossível, a evitar o inevitável, a poder o que não quero. Porquê? Não tinhas de voltar. Eu não queria… Ou queria?! Digo que não mas sinto que posso.
Enquanto ficas é bom. Mas é esta lembrança que me perturba. É esta a certeza de não querer que me confunde. O pensar nunca vai querer. Não pode aceitar.O sentir sempre quis. Não sei se não resistirá. Mas quem decide? Quem é mais certo?O pensar esconde o que me assusta. Há dois caminhos, um deles tenho de escolher. Onde quero estar? No intermédio. Existe? Apenas num. Dois não dá. Metade não enche. Intermédio? Não cabe. Porque é que voltas?
Viras o mundo ao contrário quando andas por aí. Mudas a paisagem só porque assim deixo… Mas não quero! Não posso querer… agora vais. Será que vens? O certo diz que não. O que arrisca prefere que sim… como sempre. Porque insistes? Define-te. Mostra-te. Não vagueis de lá para cá. Incomodas. Confundes. Podias parar lá longe… não falar mais na razão. Não aparecer. Não saber. Não apenas. Sou eu. Sou eu que te chamo incessantemente, eu sei. Sou eu que preciso da lembrança para viver, para ocupar o vazio que não há. Mas… não posso querer. E voltas. Voltas porque eu deixo sempre. Não fecho os olhos para ti. Procuro-te sempre. Será que um dia não voltas mais? Anseio por não te querer. Anseio pela tua falta. Voltas sempre. O lugar que não existe está sempre lá vazio.
Não posso querer, mas deixo. Eu sei. Eu posso deixar que vás. Mas não quero que vás.
Voltas sempre ao meu pensamento, voltas sempre à minha memória, é o meu coração que nao te quer deixar ir, se um dia tiver que te dizer adeus para sempre, vais custar, irei ficar partida em mil, mas terei que te deixar ir...
Na vida comentem-se muitos erros,as vezes nao pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros, nao sei como podes passar de uma simples recordação, para fazeres parte do meu mundo outra vez...Gostava que aos poucos, tu me deixasses aproximar de ti, não para ser o que eramos, mas para te mostrar que aprendi com o erro que cometi, que posso ser uma melhor pessoa, que sei respeitar, que sei ser uma boa amiga...
Deixa-me mostrar aquilo em que me ajudas-te a transformar, deixa-me entrar no teu pequenino mundo, aos poucos deixa-me conhecer-te outra vez...
Mas se tiveres mesmo que partir para sempre, irei chorar, chorar pela saudade e vai custar muito, mas se queres ir e se tem mesmo que ser, força, mas peço-te um ultimo sorriso e um último abraço para puder guarda-los comigo para sempre...
Adoro-te muito mesmo, apesar de tudo o meu coração não te deixa partir...Comigo ficarás eternamente...
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