sexta-feira, 12 de março de 2010

**Sentimentos**


Queria dar-te a mão e passear contigo, sem me importar com o mundo lá fora. Apenas tu como meu mundo, lá fora é como se nada existisse, como se nada tivesse sido inventado, apenas um mundo a dois, só nosso. Quero dizer-te o quanto preciso de ti, o quanto fazes parte de mim e quanta falta me fazes. Nunca acreditei em amor à primeira vista [mas há momentos na nossa vida em que somos obrigados a esquecer tudo em que acreditávamos para nos entregarmos àquilo que nos está a acontecer] e já acreditei em amores perfeitos mas já descobri que eles não existem, já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre, hoje não tenho mais tanta certeza disso. Já chamei pessoas próximas de "amigos" ou de “melhores amigos” e descobri que não o eram, mas a algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim. É difícil quando se descobre que as pessoas que escolhemos para gostar nem sempre são aquilo que parecem, que ás vezes o melhor é estar sozinha para não sofrer desilusões. Podemos sempre confessar o inconfessável, basta querer e acreditar.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou a ir contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha a razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente me pode atormentar e decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A vida não é como nos queremos... idealizamos um mundo perfeito que com tão pouco se destrói…=/ erramos, caímos, mas temos que seguir de cabeça erguida... sem tristezas nem rancor… a vida é assim… na cabeça só ficam as recordações das pessoas passageiras, que passam na nossa vida,que nos mudam, nos transformam e que acima de tudo gostam de nós…
Transparecem-nos a felicidade que querem ver nos nossos rostos e assim conseguimos ser felizes, ao lado delas momentaneamente…de repente tudo acaba, porque a vida assim não nos permite continuar a viver essas pessoas, em nós fica o sentimento de culpa, de dever não cumprido, como quem devia ter feito mais e não fez… ate que essas pessoas nos dão a mão novamente e nos deixam caminhar ao lado delas… assim fazem de nós felizes para sempre com elas no nosso coração… e deixam de ser assim pessoas passageiras mas pessoas que nos marcam porque entraram na nossa vida e gostam de nos!
Na vida comentem-se mtos erros,as vezes não pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros...
Talvez um dia te volte a encontrar...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pensei que nunca mais te via. Não existias na razão para nunca mais. Lutava contra o tempo do passado para não te ver. Odiei-te. Esqueci-te. Voltaste.
Quando parece que nunca mais te vejo… Decides voltar. Vens para ocupar o lugar que já não existe? Não há… não podes!
Insistes em fazer-me pensar no inimaginável… porquê? A saudade trouxe-te como arrastou o vento. Obrigaste-me a querer o impossível, a evitar o inevitável, a poder o que não quero. Porquê? Não tinhas de voltar. Eu não queria… Ou queria?! Digo que não mas sinto que posso.
Enquanto ficas é bom. Mas é esta lembrança que me perturba. É esta a certeza de não querer que me confunde. O pensar nunca vai querer. Não pode aceitar.O sentir sempre quis. Não sei se não resistirá. Mas quem decide? Quem é mais certo?O pensar esconde o que me assusta. Há dois caminhos, um deles tenho de escolher. Onde quero estar? No intermédio. Existe? Apenas num. Dois não dá. Metade não enche. Intermédio? Não cabe. Porque é que voltas?
Viras o mundo ao contrário quando andas por aí. Mudas a paisagem só porque assim deixo… Mas não quero! Não posso querer… agora vais. Será que vens? O certo diz que não. O que arrisca prefere que sim… como sempre. Porque insistes? Define-te. Mostra-te. Não vagueis de lá para cá. Incomodas. Confundes. Podias parar lá longe… não falar mais na razão. Não aparecer. Não saber. Não apenas. Sou eu. Sou eu que te chamo incessantemente, eu sei. Sou eu que preciso da lembrança para viver, para ocupar o vazio que não há. Mas… não posso querer. E voltas. Voltas porque eu deixo sempre. Não fecho os olhos para ti. Procuro-te sempre. Será que um dia não voltas mais? Anseio por não te querer. Anseio pela tua falta. Voltas sempre. O lugar que não existe está sempre lá vazio.
Não posso querer, mas deixo. Eu sei. Eu posso deixar que vás. Mas não quero que vás.
Voltas sempre ao meu pensamento, voltas sempre à minha memória, é o meu coração que nao te quer deixar ir, se um dia tiver que te dizer adeus para sempre, vais custar, irei ficar partida em mil, mas terei que te deixar ir...
Na vida comentem-se muitos erros,as vezes nao pensamos nas consequencias desses erros, erros esses que podem destruir amizades...o pior de tudo e que nao sei como as recuperar..nao sei como pedir desculpa as pessoas que maguei com os meus erros, nao sei como podes passar de uma simples recordação, para fazeres parte do meu mundo outra vez...Gostava que aos poucos, tu me deixasses aproximar de ti, não para ser o que eramos, mas para te mostrar que aprendi com o erro que cometi, que posso ser uma melhor pessoa, que sei respeitar, que sei ser uma boa amiga...
Deixa-me mostrar aquilo em que me ajudas-te a transformar, deixa-me entrar no teu pequenino mundo, aos poucos deixa-me conhecer-te outra vez...
Mas se tiveres mesmo que partir para sempre, irei chorar, chorar pela saudade e vai custar muito, mas se queres ir e se tem mesmo que ser, força, mas peço-te um ultimo sorriso e um último abraço para puder guarda-los comigo para sempre...
Adoro-te muito mesmo, apesar de tudo o meu coração não te deixa partir...Comigo ficarás eternamente...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


Durante a vida passamos por fases complicadas que trazem maus momentos mau estar o que altera e marca a nossa vida.





Faz-nos pensar em desistir e em rumar a outros caminhos.


Mas não pode ser assim, tenho que ir pelo caminho certo, tomar as decisões correctas e não me deixar afectar.


Tenho de arranjar força onde ela não existe para combater os problemas, ajudar aqueles que precisam e acima de tudo ajudar-me a mim própria.


Tentar compreender os problemas dos meus amigos, fazer de tudo para tentar ajudar, quero enterrar o passado, bem junto do meu coração, para que entrem em esquecimento, numa escuridão onde ninguém poderá entrar, será uma ferida aberta que nunca irá cicatrizar e os meus olhos deixem de brilhar.


Pelo menos uma vez na vida quero sentir aquilo a que os outros chamam felicidade e nos torna capaz de sorrir, mas os meus lábios não se mexem não conseguem transmitir nenhum sentimento a não ser tristeza.


Queria apenas poder voltar atrás e fazer aquilo que tive receio de fazer, aproveitar melhor os momentos, conseguir com que os melhores momentos durassem o máximo e conseguir recordá-los sempre.


Não quero só sentir aquilo que vivo mas viver o que a minha imaginação vive.


Tal como todas as palavras demonstram sentimentos, então este texto não está a passar de mais um estúpido sentimento.


O sentimento nem sempre acompanha a vida pois, esta um dia acaba, mas o sentimento não a acompanha, esta não se deixa prender apenas por terra ela luta sim pela procura de outra vida e eu apenas procuro a liberdade.


O sentimento não se inicia, está limitado simplesmente a sentir-se mas foi ele que iniciou este texto e vai ser ele que o vai acabar.

By: Joana Rocha & Érica Machado

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Ser professor não é só dar a “matéria” para os alunos aprenderem…
É transmitir conhecimento para os alunos aprenderem, para puderem ser mais alguma coisa na vida…
E os alunos não passam para o papel apenas sabedoria, passam histórias de uma vida…
Quando se entra numa sala o que vemos?
Um professor? Um amigo?
Sem dúvida que há aqueles que nos marcam não pela maneira como ensinam, mas sim pela maneira como vêem a vida e a forma como tentam transmitir isso aos seus alunos…
Há uma altura da vida pela qual todos nós já passamos, uma altura em que ficamos revoltados porque não conseguimos perceber o que se passa à nossa volta, parece-nos que tudo desapareceu derrepente…Demoramos tempo a reagir, perdemos tempo com coisas fúteis, Não conseguimos sequer, olhar em frente e já é tarde para voltar atrás, estava feito! É aí que aparecem as pessoas que são importantes, aqueles amigos que não são capazes de nos abandonar, que se nós precisarmos dão-nos uma chapada para vermos que temos uma vida para viver.
Foi aí que percebi que ser professor não é só ensinar o que vem nos livros, é também ter um ombro amigo que naqueles momentos em que nos sentimos os piores do mundo e que não fazemos cá nada, que nos ajudam de uma forma que mais ninguém consegue ajudar. Quando caímos lá no fundo, às vezes basta serem poucas palavras que nos ajudam a ter a força que precisamos para nos voltarmos a erguer…
Nunca me vou esquecer de quem me ajudou naquele tempo em que eu achava que a vida não me estava a correr bem e tudo à minha volta não fazia sentido… Foram poucas as palavras que eu disse e que me disseram, mas foram essas que me ajudaram a viver de novo, a perceber que a vida é demasiado curta para perdemos tempo com coisas fúteis, pois o tempo passa a correr sem nos apercebermos disso…
Um obrigado nunca será suficiente para agradecer tudo o que foi feito…
Dedicado a J.C. & S.M.